Ah, ser mulher...


Você já olhou, verdadeiramente, para sua essência feminina?
Quem é você como mulher?
Que crenças alimentam seus pensamentos e sentimentos?
Nos seus relacionamentos? Está difícil encontrar alguém com quem, de verdade, compartilhar?
E no trabalho? Como é sua postura, é dura demais, é insegura? Você está certa de que é um sucesso? Um fracasso?
E como mãe? Filha…? Com que qualidade e como tem se dedicado ao seu feminino, à mulher que habita dentro de você?
Para responder a essas e outras perguntas aprendi que é preciso se olhar com honestidade e imparcialidade. Aprendi que para olhar para dentro de mim mesma é preciso fechar nossos olhos e “sentir”…
No início, é como mergulhar num local meio obscuro, é estranho. Não há como se compreender de imediato. É preciso se permitir. Sem amarras, sem julgamentos, sem barreiras.
É um caminho de abertura para perceber que nosso hoje é construído por uma extensão de passados e que podemos nos libertar das experiências negativas. Que apenas “estamos” assim e podemos mudar, melhorar, ampliar, conquistar… Pois a essência de quem “somos”, esta sempre permanece, basta a nós dar-lhe espaço de manifestação. Limpando nossas lentes para receber a luz do presente.
No feminino reside a força da criação, do acolhimento, do olhar holístico, da suavidade, da multiplicidade de ações… é nosso, é intrínseco.
A questão é que se ficarmos na disputa – homem e mulher –, haverá sempre um ganhador e um perdedor.
Quando aprendemos a nos apropriar de nosso poder feminino, que é nosso por direito, é legítimo, nós simplesmente “somos”.
Somos amor por nós e não vivemos com a sensação de que o outro tem obrigação de nos fazer feliz.
Primeiro somos e preenchemos dentro de nós: atenção, carinho, amor, felicidade, realização, reconhecimento, sucesso, maternidade… mulher.
Antes de estar, eu preciso “ser”. Preciso estar coerente com o sentimento dentro de mim.
Não é o externo que me preenche. Sou eu que transbordo!
Quando temos essa consciência paramos de cobrar e esperar do outro aquilo que nem lhes é natural.Não significa que o masculino não possa ter suavidade, romantismo, acolhimento…
É assim, com a naturalidade do autocuidado, do olhar para todas essas qualidades do feminino, que vou aceitando cada vez mais a beleza que reside em mim e ela é ma-ra-vi-lho-sa!
Torno-me mais segura, firme e delicada.
Mais livre e plena.
Mais feliz nas minhas realizações, no meu compartilhar.
Mas leve e criativa.
Mais alegre.
Mais mulher!!
Vale a pena… experiencie e se delicie com suas descobertas!

Nenhum comentário: