As vezes penso...
Às vezes penso que gostaria de, simplesmente, me entregar…
Desistir de lutar, de querer, de tentar.
De segurar a barra, de buscar forças, de resistir…
Penso em simplesmente ir !
Sem resistência sem me esforçar ( nem pra ir, nem pra ficar…)
Seguir os ventos sejam eles quais forem.
Solta, leve, levada por mãos desconhecidas que simplesmente me conduzem pra onde devo ir.
Me sinto sempre compelida a tentar mais um pouco, mais uma vez…
a ter um pouco mais de esperança, a resistir e lutar… mas depois me sinto assim: desencantada.
De que me valeu o esforço ??
Mais um dia ?? pra quê ??
Ainda assim tenho em mim uma incansável sede de amar/ser… que me agita em eterna ansiedade
e ao mesmo tempo me faz ver que estou tão longe de encontrar o que espero…
quero da vida mais do que ela pode me dar!
“O meu mundo não é como o dos outros;
quero demais, exijo demais.
Há me mim uma sede de infinito,
uma angustia constante que nem eu mesma compreendo,
pois estou longe de ser uma pessimista;
Sou antes uma exaltada, com uma alma intensa,
violenta, atormentada,
Uma alma que não sente bem onde está, que tem saudades…
Sei lá do quê! “
Nen@
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