Tenho estado recolhida para um tempo de revisões, que chamei de “uma pausa para crisalidar”.
E tenho refletido sobre o quanto, ao longo da vida, andei desvalorizando o que é básico, natural, dentro e fora de mim, me perdendo em processos absolutamente desnecessários. Iludida pelos condicionamentos do “senso comum” e pela estética industrialmente elaborada, estive criando maneiras de não ser eu mesma, mas sim quem eu acreditava que os outros desejavam que eu fosse (ainda que essa crença seja também apenas uma ilusão).
Engolida por este desejo adoecido de ser aceita num mundo onde bom é quem se encaixa nos moldes inventados, perdia os atributos que me tornavam única e, portanto, genuinamente diferente, desencaixada de qualquer molde.
E tenho refletido sobre o quanto, ao longo da vida, andei desvalorizando o que é básico, natural, dentro e fora de mim, me perdendo em processos absolutamente desnecessários. Iludida pelos condicionamentos do “senso comum” e pela estética industrialmente elaborada, estive criando maneiras de não ser eu mesma, mas sim quem eu acreditava que os outros desejavam que eu fosse (ainda que essa crença seja também apenas uma ilusão).
Engolida por este desejo adoecido de ser aceita num mundo onde bom é quem se encaixa nos moldes inventados, perdia os atributos que me tornavam única e, portanto, genuinamente diferente, desencaixada de qualquer molde.
Dentre as percepções e novas ações, resolvi fazer algumas mudanças em meus hábitos.
Começando com muito cuidado ao escolher os processos internos e as mudanças as quais escolho fazer.
É preciso me dar conta de que posso estar abrindo mão do que há de mais íntegro e vivo em mim… embora faça isso, na grande maioria das vezes, simplesmente para ‘parecer’ melhor.
Seja ganhando mais dinheiro, seja sustentando um modo de vida incoerente com meus valores, seja investindo em conquistas que só alimentam a minha vaidade, seja mantendo relações desgastadas para ter a sensação de controle dos sentimentos, ou abrindo mão dos meus desejos ou necessidades pelo "bem estar" da familia.
Enfim, tenho apostado muitas vezes num refinamento que me torna vazia.
É por isso que me decido agora pelo que é íntegro e básico.
Menos defesas e mais espontaneidade.
Menos maquiagem e mais transparência.
E nesta medida,bem amis essência nesta vida ainda que, muitas vezes, minha simperfeições fiquem à mostra!


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